no pretexto das estranhas chamadas interiores
desfaço-me em pequenas unidades do ser
em pequenas esferas vitrais que vão girando e reflectindo as tantas personalidades e realidades que sou para o mundo.
os egos tão non sense, tudo tão mais ou menos indecente que me torna talvez diferente.
br1
quinta-feira, março 27, 2008
terça-feira, março 18, 2008
Tools Sharing - O partilhar de uma Ferramenta
terça-feira, fevereiro 26, 2008
Aquecimento Global 9
Na efeverscência do caminhar pelos pólos
as alterações climatizam os olhares despindo com vento as imutáveis nuvens negras
Em estórias de degelo dos corpos saturados
o horizonte desfaz-se em emoções quentes em planícies de água e azul céptico
Hermeticamente fechamo-nos em copas
e jogamos ases vestidos de preto tipo arlequim.
as alterações climatizam os olhares despindo com vento as imutáveis nuvens negras
Em estórias de degelo dos corpos saturados
o horizonte desfaz-se em emoções quentes em planícies de água e azul céptico
Hermeticamente fechamo-nos em copas
e jogamos ases vestidos de preto tipo arlequim.
domingo, fevereiro 03, 2008
segunda-feira, janeiro 28, 2008
Pornographic Relations - Sports and Politics
Ora, depois de o futebol ser um hino às relações pornográficas entre desporto e política... este jogador egípcio Aboutrika foi avisado para não mostrar qualquer simpatia com o povo de Ghaza na Can 2008!Comentário de duas palavras: Fan tástico!
After all the pornographic relations between Football and Politics... this Egyptian player Aboutrika was warned not to show his sympathy towards the people of Ghaza in Can Cup 2008...
Two words comment: A mazing
sábado, janeiro 26, 2008
domingo, janeiro 13, 2008
Sol!
Hoje choveu de noite...
no verão das nuvens estranhas... chove de noite...
no mundo das não persianas... acordo quase sempre com o sol...
umas nuvens claras, outras mais escuras... mas mesmo que carregadas...
fazem greve para não chover... de dia
porque gostam de chover... quando querem...
e gostam de chover à noite...
...
no mundo dos guarda-chuvas...
onde à noite chove....
nunca se ouviu falar de uma greve de guarda chuvas...
eles encontraram uma estratégia para justificar a sua existência....
e pediram ao sol para ser tão forte... que um simples chapéu, não seria suficiente...
então as pessoas pensaram e pensaram... mas a solução estava à vista de todos e foi fácil...
compraram e compraram chapéus de chuva para o seu sol...
e os anoraks...
essas pobres razões de existência...
esses têm mais razões para greves...
são usados durante alguns dias ao ano... e só em alguns locais...
e acho mesmo que chegaram a pensar numa união sindical...
mas vejo-os muito tristes... e demasiado isolados... para o frio
acho mesmo que desistiram da ideia, nem ouvi falar de nenhuma reunião ou encontro informal...
O clima...
varia com as almas
e a geografia
br1
no verão das nuvens estranhas... chove de noite...
no mundo das não persianas... acordo quase sempre com o sol...
umas nuvens claras, outras mais escuras... mas mesmo que carregadas...
fazem greve para não chover... de dia
porque gostam de chover... quando querem...
e gostam de chover à noite...
...
no mundo dos guarda-chuvas...
onde à noite chove....
nunca se ouviu falar de uma greve de guarda chuvas...
eles encontraram uma estratégia para justificar a sua existência....
e pediram ao sol para ser tão forte... que um simples chapéu, não seria suficiente...
então as pessoas pensaram e pensaram... mas a solução estava à vista de todos e foi fácil...
compraram e compraram chapéus de chuva para o seu sol...
e os anoraks...
essas pobres razões de existência...
esses têm mais razões para greves...
são usados durante alguns dias ao ano... e só em alguns locais...
e acho mesmo que chegaram a pensar numa união sindical...
mas vejo-os muito tristes... e demasiado isolados... para o frio
acho mesmo que desistiram da ideia, nem ouvi falar de nenhuma reunião ou encontro informal...
O clima...
varia com as almas
e a geografia
br1
sábado, janeiro 12, 2008
MordoMerdaMoscaTerna1
No mundo das ideias Mortas,
o quebrar dos Ossos das vogais
trás o Ranger das fartas idiotices
engole as bestas da ténue sabeDoria
e recria momentus de nãO prazer e sodomia
Na vasta planície floral das ideias Mortas
o vErde é vesgo de vontades
é basco em estRemadura meridional
roça na roDa dos teu bolo alimentar
e transcende a bAnha epidural
Nas ideias Mortas do mundo fraco
lambem-se Os carneiros mal dispostos
vagam-se aS vacas de papel
enColhem-se os seios mal formados
e As vespas produzem mais mel
Na semânTica do teu beijo morto
vibra a mElancia nas palavras
engole-se a melancolia das garRafas
resguardaNdo-te no hálito aquático
nA tação do teu mundo mudo.
br1
o quebrar dos Ossos das vogais
trás o Ranger das fartas idiotices
engole as bestas da ténue sabeDoria
e recria momentus de nãO prazer e sodomia
Na vasta planície floral das ideias Mortas
o vErde é vesgo de vontades
é basco em estRemadura meridional
roça na roDa dos teu bolo alimentar
e transcende a bAnha epidural
Nas ideias Mortas do mundo fraco
lambem-se Os carneiros mal dispostos
vagam-se aS vacas de papel
enColhem-se os seios mal formados
e As vespas produzem mais mel
Na semânTica do teu beijo morto
vibra a mElancia nas palavras
engole-se a melancolia das garRafas
resguardaNdo-te no hálito aquático
nA tação do teu mundo mudo.
br1
quinta-feira, janeiro 10, 2008
quarta-feira, dezembro 19, 2007
3 Tomos
I
Em antropologia quando o professor J.A. Orta falava sobre a questão do exotismo, do elemento raro, da valorização do objecto e do conceito... eu dizia que sim!
Hoje sinto-o na pele!
Sinto-me como um explorador, com os conceitos de beleza e raridade bem confundidos!
Ser bonito, ser querido, adornado por olhares e vozes... continua a ser estranho... mas antropologicamente interessante!
II
A fauna humana é brutal, amo a diversidade e a igualdade.
Diversidade porque somos muitos e muitas...
igualdade.. não a de direitos... mas a de sermos realmente iguais...
Fomos feitos à imagem dos outros...
somos todos os nomes da história... e somos as estórias na história.
Vou fazendo as minhas pazes com o mundo e aceitando-me mais como sou... e entendendo mais a minha condição de humano e gosto.
Fica tudo mais simples, menos fútil...
A vida é como a agricultura, com os seus ciclos, as suas festas, o sagrado e o profano... e o borda de água para me guiar!
III
Hoje - San Pedro Sula - Amanhã - Miami - depois de Amanhã - Frankfurt e Lisboa.
br1
Em antropologia quando o professor J.A. Orta falava sobre a questão do exotismo, do elemento raro, da valorização do objecto e do conceito... eu dizia que sim!
Hoje sinto-o na pele!
Sinto-me como um explorador, com os conceitos de beleza e raridade bem confundidos!
Ser bonito, ser querido, adornado por olhares e vozes... continua a ser estranho... mas antropologicamente interessante!
II
A fauna humana é brutal, amo a diversidade e a igualdade.
Diversidade porque somos muitos e muitas...
igualdade.. não a de direitos... mas a de sermos realmente iguais...
Fomos feitos à imagem dos outros...
somos todos os nomes da história... e somos as estórias na história.
Vou fazendo as minhas pazes com o mundo e aceitando-me mais como sou... e entendendo mais a minha condição de humano e gosto.
Fica tudo mais simples, menos fútil...
A vida é como a agricultura, com os seus ciclos, as suas festas, o sagrado e o profano... e o borda de água para me guiar!
III
Hoje - San Pedro Sula - Amanhã - Miami - depois de Amanhã - Frankfurt e Lisboa.
br1
terça-feira, dezembro 18, 2007
As Festas Querem-se Felizes ... (re-edição)
Nesta época deixo a todos...
um abraço de festas cheias de doces cheios de açucar e caramelo e leite condensado e óleo e fritos e molhos cheios de gordura animal e vegetal e animais mortos no centro da mesa enfeitados e recheados com mais molhos e tostados e ligeiramente queimados, outros com vinho.... aahhhhhh muito vinho e animais bêbados no centro da mesa e nas suas periferias e mais vinho e cerveja... muita cerveja... no final... temos no mesmo centro da mesa prendas de plástico de petróleo de animais mortos de peles esticadas com embrulhos de árvores derrrubadas, e abrimos e fechamos e cantamos felizes gordos e bêbados canções de natal e de esperança por um mundo melhor.
(este momento foi patrocinado por compensan, guronzan e por livros sagrados)
um abraço de festas cheias de doces cheios de açucar e caramelo e leite condensado e óleo e fritos e molhos cheios de gordura animal e vegetal e animais mortos no centro da mesa enfeitados e recheados com mais molhos e tostados e ligeiramente queimados, outros com vinho.... aahhhhhh muito vinho e animais bêbados no centro da mesa e nas suas periferias e mais vinho e cerveja... muita cerveja... no final... temos no mesmo centro da mesa prendas de plástico de petróleo de animais mortos de peles esticadas com embrulhos de árvores derrrubadas, e abrimos e fechamos e cantamos felizes gordos e bêbados canções de natal e de esperança por um mundo melhor.
(este momento foi patrocinado por compensan, guronzan e por livros sagrados)
br1
segunda-feira, dezembro 17, 2007
domingo, dezembro 16, 2007
A-deus nos tempos maiores
No tempo de me entregar novamente aos factores mais ou menos aleatórios, a razão diz-me para parar nas despedidas, mas a emoção faz-me dizer A-deus às coisas e às gentes que me alimentaram durante este periodo de gestação na América Central.
Cada vez que fumo um puro, dá-me vontade de ficar mais... mas cada vez que a-puro a razão, a lentidão nostálgica dos movimentos longos faz-me ir... e vir... e ir... e vir.
Faço sexo com a nostalgia e faço amor com a razão...
mas amor é amor...
e amor, é efectivamente amor!
br1
ps: é bom estar de volta!
Cada vez que fumo um puro, dá-me vontade de ficar mais... mas cada vez que a-puro a razão, a lentidão nostálgica dos movimentos longos faz-me ir... e vir... e ir... e vir.
Faço sexo com a nostalgia e faço amor com a razão...
mas amor é amor...
e amor, é efectivamente amor!
br1
ps: é bom estar de volta!
terça-feira, outubro 03, 2006
o poço que me ouve
envolto em águas paradas...
num poço eu escrevo...
as paredes como papel...
o corpo como caneta...
o sangue como tinta.
a parede faz-me doer o corpo
mas a voz doi-me mais...
por não haver ouvinte.
tenho saudades de não ter dor e pensar que a tinha.
saudades de me queixar... e pensar que tinha dor...
hoje questiono-me...
hoje rasgo o meu corpo na áspera parede...
e os ouvidos da áspera parede... ouvem-me... e entendem-me.
que bom ter quem me ouve...
em breve espalhar-me-ei pelo poço e fora dele...
em breve comer-me-ão por aqui...
dissipar-me-ei... em bichos que corroem os restos do teu poema...
e as primeiras chuvas lavarão as memórias da dor escrita.
sou um lírico que sofre por não ter...
que sofre por não saber... como não sofrer em silêncio.
estou quase a esvair-me de encontra os braços da árvore que não me deixa afogar
quase a beber o último travo que me levará a ti...
que me envolverá em ti...
que me... em ti...
em ti...
em...
...
..
.
.
.
ex-nós
num poço eu escrevo...
as paredes como papel...
o corpo como caneta...
o sangue como tinta.
a parede faz-me doer o corpo
mas a voz doi-me mais...
por não haver ouvinte.
tenho saudades de não ter dor e pensar que a tinha.
saudades de me queixar... e pensar que tinha dor...
hoje questiono-me...
hoje rasgo o meu corpo na áspera parede...
e os ouvidos da áspera parede... ouvem-me... e entendem-me.
que bom ter quem me ouve...
em breve espalhar-me-ei pelo poço e fora dele...
em breve comer-me-ão por aqui...
dissipar-me-ei... em bichos que corroem os restos do teu poema...
e as primeiras chuvas lavarão as memórias da dor escrita.
sou um lírico que sofre por não ter...
que sofre por não saber... como não sofrer em silêncio.
estou quase a esvair-me de encontra os braços da árvore que não me deixa afogar
quase a beber o último travo que me levará a ti...
que me envolverá em ti...
que me... em ti...
em ti...
em...
...
..
.
.
.
ex-nós
segunda-feira, setembro 25, 2006
o outono das folhas muitas
e hoje volto a escrever,
volto a desenhar hoje, em traço grosso e desconcertante, o choro que me re-cria...
no leito da dor
num outono em contexo mor
em que a vida se retrai em pontos...
interroga-se em contos episódicos
num regresso às origens, ao âmago gestacional
ao útero uno
hoje sinto-me pesadamente... Br1
um beijo à Isabel e à partilha da dor que não quero nunca ter...
volto a desenhar hoje, em traço grosso e desconcertante, o choro que me re-cria...
no leito da dor
num outono em contexo mor
em que a vida se retrai em pontos...
interroga-se em contos episódicos
num regresso às origens, ao âmago gestacional
ao útero uno
hoje sinto-me pesadamente... Br1
um beijo à Isabel e à partilha da dor que não quero nunca ter...
terça-feira, agosto 22, 2006
Email enviado à Sic
"Olá,
Se há coisas que não acontecem por acaso,
uma delas é ao acordar pressionar no botão 5 do meu telecomando para ver as notícias,
o tempo, a situação do mundo que me irá receber em mais um dia de trabalho.
Quando chego a casa ao final do dia ou da noite, tenho o mesmo gesto, a mesma atitude.
Estive fora do país, trabalhando no médio Oriente e das coisas que mais mais falta senti foi desses pequenos momentos de interacção entre televisão e vida.
Agora, essa experiência de viver noutros lado do mundo também me abriu outros canais de pensamento e levou-me a ter outras visões do mundo e daqueles que me rodeiam.
Neste momento estou um pouco desapontado com a Sic e o seu (Vosso) serviço de informação, estou desapontado pela forma em que mostraram o conflicto Israelo-libanês, a tendencialidade e a falta de imparcialidade no documentário, na opinião sobre os assuntos. porquê?
talvez por querer mostrar os dois lados da questão, que deve ser mostrado e acompanhado, mas...
caíu-se no erro de criar um balanço que não existe e nunca existiu. mostrar o sofrimento de famílias israelitas com o sofrimento das famílias libanesas é legítimo, mas não pode ser legítimo quando morreram 30 e tal israelitas e mais de 1200 libaneses,
quando na grande grande maioria estes eram crianças e civis.
viu-se sempre os dois lado da questão,
já disse que concordo com este approach, mas está deontologicamente errado fazê-lo desta forma.
também outro assunto de realçar é a questão de estarmos a ver este conflicto com um passado que começa à mês e meio com o rapto de dois soldados israelitas,
mas a quantidade de pessoas que estão em situação de rapto e violação dos seus direitos fundamentais numa ocupação diária de israel nos territórios do sul do Líbano e Palestina.
Tão fácil como (o que pessoalmente testemunhei ao trabalhar em programas de desenvolvimento na região)
em que aldeias completas quando acordam são e passaram a ser durante a noite território israelita,
i.e famílias separadas, vidas destroçadas e novos estados de existência num estado aglutinador de territórios e vontades. há milhares de pessoas que foram raptadas e que vivem num estado que não é o seu, que vivem como nos campos de refugiados palestinianos, sem água, electricidade, combustíveis, gás... etc...
e é por essas pessoas que a comunidade internacional nada faz... e o Hezballah aproveitou para ganhar a simpatia de todo o mundo árabe, seja ele muçulmano, cristão ou ateu.
É pena nós metermos numa balança jornalistica o que não pode ser pesado. é pena que as vidas de tantos seres humanos tenham e continuem a ser postas em causa e niguém se mova... sem ser para prestar mais vassalagem ao Conselho de Segurança das UN e ao estado de israel!
gostava de ver a SIC notícias mais bem fundamentada, mais segura em termos de história, de experiência e que continue a trabalhar e a crescer para ter um melhor jornalismo.
espero que este mail tenha algum impacte, nem que seja num simples questionamento ou pequeno wondering.
quero salientar a visão e a presença do Luis Costa Ribas que tem feito um trabalho muito bom e dos únicos que pude ouvir com atenção. Com os melhores cumprimentos,
Bruno G. M. Neto
bruno.neto@cnj.pt
Cooperation & International Relations Dept.
Portuguese National Youth Council"

Se há coisas que não acontecem por acaso,
uma delas é ao acordar pressionar no botão 5 do meu telecomando para ver as notícias,
o tempo, a situação do mundo que me irá receber em mais um dia de trabalho.
Quando chego a casa ao final do dia ou da noite, tenho o mesmo gesto, a mesma atitude.
Estive fora do país, trabalhando no médio Oriente e das coisas que mais mais falta senti foi desses pequenos momentos de interacção entre televisão e vida.
Agora, essa experiência de viver noutros lado do mundo também me abriu outros canais de pensamento e levou-me a ter outras visões do mundo e daqueles que me rodeiam.
Neste momento estou um pouco desapontado com a Sic e o seu (Vosso) serviço de informação, estou desapontado pela forma em que mostraram o conflicto Israelo-libanês, a tendencialidade e a falta de imparcialidade no documentário, na opinião sobre os assuntos. porquê?
talvez por querer mostrar os dois lados da questão, que deve ser mostrado e acompanhado, mas...
caíu-se no erro de criar um balanço que não existe e nunca existiu. mostrar o sofrimento de famílias israelitas com o sofrimento das famílias libanesas é legítimo, mas não pode ser legítimo quando morreram 30 e tal israelitas e mais de 1200 libaneses,
quando na grande grande maioria estes eram crianças e civis.
viu-se sempre os dois lado da questão,
já disse que concordo com este approach, mas está deontologicamente errado fazê-lo desta forma.
também outro assunto de realçar é a questão de estarmos a ver este conflicto com um passado que começa à mês e meio com o rapto de dois soldados israelitas,
mas a quantidade de pessoas que estão em situação de rapto e violação dos seus direitos fundamentais numa ocupação diária de israel nos territórios do sul do Líbano e Palestina.
Tão fácil como (o que pessoalmente testemunhei ao trabalhar em programas de desenvolvimento na região)
em que aldeias completas quando acordam são e passaram a ser durante a noite território israelita,
i.e famílias separadas, vidas destroçadas e novos estados de existência num estado aglutinador de territórios e vontades. há milhares de pessoas que foram raptadas e que vivem num estado que não é o seu, que vivem como nos campos de refugiados palestinianos, sem água, electricidade, combustíveis, gás... etc...
e é por essas pessoas que a comunidade internacional nada faz... e o Hezballah aproveitou para ganhar a simpatia de todo o mundo árabe, seja ele muçulmano, cristão ou ateu.
É pena nós metermos numa balança jornalistica o que não pode ser pesado. é pena que as vidas de tantos seres humanos tenham e continuem a ser postas em causa e niguém se mova... sem ser para prestar mais vassalagem ao Conselho de Segurança das UN e ao estado de israel!
gostava de ver a SIC notícias mais bem fundamentada, mais segura em termos de história, de experiência e que continue a trabalhar e a crescer para ter um melhor jornalismo.
espero que este mail tenha algum impacte, nem que seja num simples questionamento ou pequeno wondering.
quero salientar a visão e a presença do Luis Costa Ribas que tem feito um trabalho muito bom e dos únicos que pude ouvir com atenção. Com os melhores cumprimentos,
Bruno G. M. Neto
bruno.neto@cnj.pt
Cooperation & International Relations Dept.
Portuguese National Youth Council"

quarta-feira, agosto 02, 2006
A verdade em mulher...
"Truth —" Summer 1888
Truth —
a woman, nothing better:
guileful in her shame:
what she most wants,
she refuses to know,
raises a warning finger ...
To whom will she yield? To force alone! —
So use force,
be hard, you who are most wise!
you must compel her
the abashed truth ...
for her felicity
compulsion is needed —
— she is a woman, nothing better ...
Nietzsche
terça-feira, julho 18, 2006
De Volta...
back to the start
back to the beggining, to the roots, to the sweet morning
emotions time!
nada mais do que uma envolvente, terna, absoluta manhã de um puro
e natural acordar na seda dos braços da amada... amante da vida
partilhada.
em momentos lentos com movimentos parcos de moção
bebe-se da candeia das emoções os sons do mundo em canção!
de volta ao tempo, ao início,
de volta de um carrilhão actual em terras árabes de um al -
gharbe (terras do oeste)...
partilho esta manhã com a minha mulher árabe, de homem do mundo
que lhe sou...
Br1
back to the beggining, to the roots, to the sweet morning
emotions time!
nada mais do que uma envolvente, terna, absoluta manhã de um puro
e natural acordar na seda dos braços da amada... amante da vida
partilhada.
em momentos lentos com movimentos parcos de moção
bebe-se da candeia das emoções os sons do mundo em canção!
de volta ao tempo, ao início,
de volta de um carrilhão actual em terras árabes de um al -
gharbe (terras do oeste)...
partilho esta manhã com a minha mulher árabe, de homem do mundo
que lhe sou...
Br1
terça-feira, maio 09, 2006
Subscrever:
Mensagens (Atom)




