quinta-feira, maio 15, 2008
NAQBA






The Palestinian exodus (Arabic: الهجرة الفلسطينية al-Hijra al-Filasteeniya) refers to the refugee flight of Palestinian Arabs during the 1948 Arab-Israeli war. It is called the Nakba (Arabic: النكبة), meaning "disaster" or "cataclysm", by Palestinians.
The United Nations Relief and Works Agency (UNRWA) defines a Palestinian refugee as a person "whose normal place of residence was Palestine between June 1946 and May 1948, who lost both their homes and means of livelihood as a result of the 1948 Arab-Israeli conflict". UNRWA's definition of a refugee also covers the descendants of persons who became refugees in 1948 regardless of whether they reside in areas designated as refugee camps or in established, permanent communities. Based on this definition the number of Palestinian refugees has grown from 711,000 in 1950 to over four million registered with the UN in 2002.
Lets stop this shameless and ILLEGAL OCCUPATION!
quarta-feira, maio 14, 2008
re-blogo-me em ti
é impossível parar um pouco
parar não é deitarmo-nos para trás, fechar os olhos, sentir a respiração e relaxar...
parar é morrer.
morrer num espaço confinado e não encontrável no google-earth
em que tens tempo só para ti
vamos morrer... agora. juntos.
os outros também pararam a vida e toda a gente ao mesmo tempo pára, de modo a que ninguém se aproveite da paragem de alguns (como normal).
tudo parado de modo a que se consiga ter um monólogo hermético, sem infiltrações, preocupações ou outras complicações...
pára tudo...
o silêncio
o vácuo social
a inoperância
a certeza de que podemos respirar sem respirar.
re-parar, re-organizar, re-pensar, re-fazer, re-construir, re-edificar, re-arquitecturar, re-cuperar, re-instalar, re-inventar, é re-lutante, re-sentir-te, re-tentar-te, re-lançar-me, re-introduzir-me, re-duzir-me ao re-talho do texto que faz parar em mim.
paro, perco-me e rendo-me.
é bom parar.
pára um pouco também, re-conselho-te!
...Não basta tocar o disco uma só vez...
br1
parar não é deitarmo-nos para trás, fechar os olhos, sentir a respiração e relaxar...
parar é morrer.
morrer num espaço confinado e não encontrável no google-earth
em que tens tempo só para ti
vamos morrer... agora. juntos.
os outros também pararam a vida e toda a gente ao mesmo tempo pára, de modo a que ninguém se aproveite da paragem de alguns (como normal).
tudo parado de modo a que se consiga ter um monólogo hermético, sem infiltrações, preocupações ou outras complicações...
pára tudo...
o silêncio
o vácuo social
a inoperância
a certeza de que podemos respirar sem respirar.
re-parar, re-organizar, re-pensar, re-fazer, re-construir, re-edificar, re-arquitecturar, re-cuperar, re-instalar, re-inventar, é re-lutante, re-sentir-te, re-tentar-te, re-lançar-me, re-introduzir-me, re-duzir-me ao re-talho do texto que faz parar em mim.
paro, perco-me e rendo-me.
é bom parar.
pára um pouco também, re-conselho-te!
...Não basta tocar o disco uma só vez...
br1
sexta-feira, maio 09, 2008
quinta-feira, maio 08, 2008
Metatejo
No silêncio etéreo do oxigénio
vou-me oxidando numa tempestade em vácuo
como caravela em garrafa de vidro,
como caravela encalhada em leito de tejo e de rio
no teu leito anoiteço
nas noites
fecho-me em olhos que no escuro te tocam
te buscam
em fados certos que me cercam e me forram
.não mente.
na terceira loucura
finalizarei, descansarei
me entregarei ao tejo mais além
até que o Mar me leve e me abrace mais aquém do sonho e de ti.
vou-me oxidando numa tempestade em vácuo
como caravela em garrafa de vidro,
como caravela encalhada em leito de tejo e de rio
no teu leito anoiteço
nas noites
fecho-me em olhos que no escuro te tocam
te buscam
em fados certos que me cercam e me forram
.não mente.
na terceira loucura
finalizarei, descansarei
me entregarei ao tejo mais além
até que o Mar me leve e me abrace mais aquém do sonho e de ti.
quarta-feira, maio 07, 2008
segunda-feira, maio 05, 2008
Alentejo
é bom saber que estás...
bom saber que me lês...
que me entendes *
bom ter-te de volta ao espaço, num passo
recorto-te em photo-momentos
recorto-me em sentimentos... que como ondas
voltam e revoltam.
apesar de seres Mar, tens a terra e os cheiros das cearas.
Sei que um dia voltarei...
sei que um dia voltarás a mim... saíste de mim?
não creio... receio, o sonho sufista em mim.
Alentejo
*é tão bom ter alguém que entende
bom saber que me lês...
que me entendes *
bom ter-te de volta ao espaço, num passo
recorto-te em photo-momentos
recorto-me em sentimentos... que como ondas
voltam e revoltam.
apesar de seres Mar, tens a terra e os cheiros das cearas.
Sei que um dia voltarei...
sei que um dia voltarás a mim... saíste de mim?
não creio... receio, o sonho sufista em mim.
Alentejo
*é tão bom ter alguém que entende
quinta-feira, maio 01, 2008
quarta-feira, abril 30, 2008
`/-\s x di\/aga co|\/tig()
Por vezes divago em nós,
partilho em vagas cheias
as emoções que fazem sentir-nos sós
esvaio-me em nadas
que me arbusteiam as não menos tristes
naturezas fartas, velhas, imensas e parcas
sei quem tu és em mim
porque a sós partilhamos chás de flores quaisquer e alecrim
porque também bebemos da mesma taça
entre um vão e um ficam...
mais perto de uma essência que me jorra e forra as golas dos dias assim...

Ao JCM.
partilho em vagas cheias
as emoções que fazem sentir-nos sós
esvaio-me em nadas
que me arbusteiam as não menos tristes
naturezas fartas, velhas, imensas e parcas
sei quem tu és em mim
porque a sós partilhamos chás de flores quaisquer e alecrim
porque também bebemos da mesma taça
entre um vão e um ficam...
mais perto de uma essência que me jorra e forra as golas dos dias assim...

Ao JCM.
segunda-feira, abril 28, 2008
à espera de ir-me embora...
dissipei-me entre Selmes e Moura
dissipei-me entre flores e terra,
onde tudo está não dourado e
mostra demasiadas cores para o que tenho por ti.
O Alentejo é mulher, é paz e pão.
os teus veios frescos fazem-me encontrar-me
fazem-me buscar-me, silenciar-me, não amar-me, matar-me assim.
risco as cordas já gastas cantando,
canto o cante, cansado cantando
e fico matando-me em ti.
dissipei-me entre flores e terra,
onde tudo está não dourado e
mostra demasiadas cores para o que tenho por ti.
O Alentejo é mulher, é paz e pão.
os teus veios frescos fazem-me encontrar-me
fazem-me buscar-me, silenciar-me, não amar-me, matar-me assim.
risco as cordas já gastas cantando,
canto o cante, cansado cantando
e fico matando-me em ti.
quinta-feira, abril 24, 2008
segunda-feira, abril 21, 2008
Contains me
do you remember me?
do you?
'cause I'm afraid I don't...
I'm afraid I'll stand for the emptiness of me.
'cause babe... you know,
I'm so healthy in demagogic pain
such an idiot dancing under wealthy acid rain
I'm an amazing human container.
disordered, incorrect, shifty and immorally baked.
do you?
'cause I'm afraid I don't...
I'm afraid I'll stand for the emptiness of me.
'cause babe... you know,
I'm so healthy in demagogic pain
such an idiot dancing under wealthy acid rain
I'm an amazing human container.
disordered, incorrect, shifty and immorally baked.
quinta-feira, abril 10, 2008
Fio Mental
Descrição:
- O Fio Mental é uma nova forma de limpeza mental
- O Fio Mental rege-se pelas leis da psicologia evolutiva
- O Fio Mental é um produto aconselhado a seres humanos cognoscentes.
Posologia:
- O Fio Mental deverá ser usado todos os dias, a sua utilização deverá ser feita pelo menos uma vez ao dia (em horários livres).
- As doses a usar de Fio Mental deverão estar devidamente adaptadas e controladas (quando possível) por cada indivíduo.
Efeitos Primários:
- Quando usado devidamente e em ambientes controláveis poderá ulteriormente levar a evoluções positivas na saúde mental.
- Poderá levar a estados momentâneos de desmedida eloquência e bem estar.
Efeitos secundários:
- Foi verificado em alguns indivíduos em casos de sobredosagem uma propensa vontade de escrever, noutros casos mais graves identificados, os indivíduos conceberam novos pensamentos, conceitos e momentos de criatividade perigosos.
Efeitos Terciários:
Psicopatologias (i.e Loucura)
- O Fio Mental é uma nova forma de limpeza mental
- O Fio Mental rege-se pelas leis da psicologia evolutiva
- O Fio Mental é um produto aconselhado a seres humanos cognoscentes.
Posologia:
- O Fio Mental deverá ser usado todos os dias, a sua utilização deverá ser feita pelo menos uma vez ao dia (em horários livres).
- As doses a usar de Fio Mental deverão estar devidamente adaptadas e controladas (quando possível) por cada indivíduo.
Efeitos Primários:
- Quando usado devidamente e em ambientes controláveis poderá ulteriormente levar a evoluções positivas na saúde mental.
- Poderá levar a estados momentâneos de desmedida eloquência e bem estar.
Efeitos secundários:
- Foi verificado em alguns indivíduos em casos de sobredosagem uma propensa vontade de escrever, noutros casos mais graves identificados, os indivíduos conceberam novos pensamentos, conceitos e momentos de criatividade perigosos.
Efeitos Terciários:
Psicopatologias (i.e Loucura)
terça-feira, abril 08, 2008
na-paz-agem
na mudança dos trilhos
o homem parou
indeciso
incapaz
dependente de uma moral
do vasto alter-ego
dos discursos dos rios
das regras assim
dos pontos de aclamação e das reticências da razão
quero a planície
de um além que me faz passar o tejo.
br1
o homem parou
indeciso
incapaz
dependente de uma moral
do vasto alter-ego
dos discursos dos rios
das regras assim
dos pontos de aclamação e das reticências da razão
quero a planície
de um além que me faz passar o tejo.
br1
segunda-feira, abril 07, 2008
Intercidades - Tunas e Nietzsche
Enquanto Nietzsche se exalta nas leituras,
enquanto a paixão efervesce e
se transcende na metafísica paralela do momentum...
(A Tuna canta sobre a paupérrima linha da eloquência das drogas psicotrópicas que se estimulam através de ritos societários que se mostram por detrás dos lenços dos "Arafates".)
Nas cordas normativas da talvez melodia, jazem cabelos brancos de hierarquia, jaz um pedo-comportamento viciante e inconsciente.
Tens aí um copy-paste que me emprestes?
(3 Abril 2008 a caminho de Braga num intercidades...)
enquanto a paixão efervesce e
se transcende na metafísica paralela do momentum...
(A Tuna canta sobre a paupérrima linha da eloquência das drogas psicotrópicas que se estimulam através de ritos societários que se mostram por detrás dos lenços dos "Arafates".)
Nas cordas normativas da talvez melodia, jazem cabelos brancos de hierarquia, jaz um pedo-comportamento viciante e inconsciente.
Tens aí um copy-paste que me emprestes?
(3 Abril 2008 a caminho de Braga num intercidades...)
quinta-feira, março 27, 2008
Esfera de cá...
no pretexto das estranhas chamadas interiores
desfaço-me em pequenas unidades do ser
em pequenas esferas vitrais que vão girando e reflectindo as tantas personalidades e realidades que sou para o mundo.
os egos tão non sense, tudo tão mais ou menos indecente que me torna talvez diferente.
br1
desfaço-me em pequenas unidades do ser
em pequenas esferas vitrais que vão girando e reflectindo as tantas personalidades e realidades que sou para o mundo.
os egos tão non sense, tudo tão mais ou menos indecente que me torna talvez diferente.
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terça-feira, março 18, 2008
Tools Sharing - O partilhar de uma Ferramenta
terça-feira, fevereiro 26, 2008
Aquecimento Global 9
Na efeverscência do caminhar pelos pólos
as alterações climatizam os olhares despindo com vento as imutáveis nuvens negras
Em estórias de degelo dos corpos saturados
o horizonte desfaz-se em emoções quentes em planícies de água e azul céptico
Hermeticamente fechamo-nos em copas
e jogamos ases vestidos de preto tipo arlequim.
as alterações climatizam os olhares despindo com vento as imutáveis nuvens negras
Em estórias de degelo dos corpos saturados
o horizonte desfaz-se em emoções quentes em planícies de água e azul céptico
Hermeticamente fechamo-nos em copas
e jogamos ases vestidos de preto tipo arlequim.
domingo, fevereiro 03, 2008
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